sexta-feira, 26 de julho de 2013

Na submissão


Levo-te aos extremos
Das sensações
Faço-te renascer
Nas minhas perversões

Onde sou o Amo
E tu a minha Escrava
Parida no meu leito
Na tesão mais brava

E calo-te a boca
Em frases ordenadas
Afasto-te as pernas
E as mãos manietadas

Enfio-te os dedos
E depois uma vela na cona
Tiro-a, acendo-a e pingo-a
No teu ventre e marco a zona

O resto já tu sabes
Um enredo com mijadelas
Marcações de território
Entre palmadas e cuspidelas

Até á violação total
Com o teu consentimento
É a prova da tua servidão
Porque gozas no tormento

E num puxão de cabelos
Levanto-te o queixo
E a tua voz Submissa diz:
“O meu Senhor quer, eu deixo!”

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