quinta-feira, 27 de novembro de 2014
segunda-feira, 24 de novembro de 2014
My Love 4 you
Tal como os chapéus
Peitos há muitos
E de todos os feitios
Mas amo o teu peito
A olhar assim para mim
E a lançar-me desafios
Desafia-me a chupa-lo
Suga-lo e morde-lo
Numa fome tremenda
Incita os meus dedos
A apertar esses mamilos
Desafia-me a chupa-lo
Suga-lo e morde-lo
Numa fome tremenda
Incita os meus dedos
A apertar esses mamilos
Em Nós sem emenda
Áii esses mamilos hirtos
Que fodem tão bem
A racha do meu caralho
Áii esses mamilos hirtos
Que fodem tão bem
A racha do meu caralho
Úii puta que pariu
Que já te fodia as mamas
E batia nelas com o malho
Que da diversidade
Nasce a diversão
E ainda vamos no início
Cuspo-te nas tetas
Meto-me de quatro
E dou-me ao sacrifício
Sabes que quero
Sentir esse bicos afiados
A enterrarem-se no meu cu
Quero aquele prazer
De sentir na carne
O mesmo prazer que tu
Quero o que tu queres
Esporrar-te o peito
And lick my milk like you do
Para depois beijar-te
E que da minha boca escorra
Que já te fodia as mamas
E batia nelas com o malho
Que da diversidade
Nasce a diversão
E ainda vamos no início
Cuspo-te nas tetas
Meto-me de quatro
E dou-me ao sacrifício
Sabes que quero
Sentir esse bicos afiados
A enterrarem-se no meu cu
Quero aquele prazer
De sentir na carne
O mesmo prazer que tu
Quero o que tu queres
Esporrar-te o peito
And lick my milk like you do
Para depois beijar-te
E que da minha boca escorra
All My Love 4 you!
Obediência
É quando
Os teus joelhos
Seguem os meus
Em pura obediência
Que eu fodo
Essa tua boca
Até sentires o leite
E a dormência!
Os teus joelhos
Seguem os meus
Em pura obediência
Que eu fodo
Essa tua boca
Até sentires o leite
E a dormência!
sábado, 15 de novembro de 2014
Out of the box
We found each other
When we thought
We were hopeless cases
We fucked each other
Like if the moon
Was made of our fases
We found each other
When our skins
Were melting togheter
We found something else
When every time
Was always better and better
Cause in each of us
We found each other
So our hearts found a cox
We found a Love
Of lust and tenderness
A Love out of the box
We found each other
On the restless nights
And in the following days
We found that time
Can be swept or frozen
If we make love in all ways
We found each other
Even when we acted
Like Master and Servant
When we thought
We were hopeless cases
We fucked each other
Like if the moon
Was made of our fases
We found each other
When our skins
Were melting togheter
We found something else
When every time
Was always better and better
Cause in each of us
We found each other
So our hearts found a cox
We found a Love
Of lust and tenderness
A Love out of the box
We found each other
On the restless nights
And in the following days
We found that time
Can be swept or frozen
If we make love in all ways
We found each other
Even when we acted
Like Master and Servant
I found myself a King
A tyrant abusing of his Queen
Because she´s tolerant
Cause in each of us
We found each other
So our hearts found a cox
We found a Love
Of lust and tenderness
A Love out of the box!
Cause in each of us
We found each other
So our hearts found a cox
We found a Love
Of lust and tenderness
A Love out of the box!
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Tempus proximus
Rasgo-me
Em Nãos!
Não, não e não!
E recuso-me
A ceder
Ás nuvens negras
Do Temporal
Desta saudade
Domino
E ultrapasso
O Tempo sádico
E continuo
A ver-te
A sorrir para mim
Sem Tempos
E em proximidade!
Em Nãos!
Não, não e não!
E recuso-me
A ceder
Ás nuvens negras
Do Temporal
Desta saudade
Domino
E ultrapasso
O Tempo sádico
E continuo
A ver-te
A sorrir para mim
Sem Tempos
E em proximidade!
domingo, 9 de novembro de 2014
MelÓdrama
Estou capaz
De voar
Cruzar os ares
E cuspir
Na turbulência
Capaz
De te sufocar
Com abraços
E beijos
Plenos de demência
Capaz
De entrar
Em ti a fundo
E enterrar-me
Forte e feio
Capaz
De foder-te
Essa cona
Até á garganta
Sem qualquer freio
Capaz
De calar-te
Encher-te a boca
Até te deixar
Bem tonta
Capaz até
De sentir
O teu coraçao
A bater
Na minha ponta
Estou capaz
De te matar
Tirar-te a vida
Por gozo
E por afogamento
Capaz
De te ressuscitar
Por mais gritos
E gemidos
De puro contentamento
De voar
Cruzar os ares
E cuspir
Na turbulência
Capaz
De te sufocar
Com abraços
E beijos
Plenos de demência
Capaz
De entrar
Em ti a fundo
E enterrar-me
Forte e feio
Capaz
De foder-te
Essa cona
Até á garganta
Sem qualquer freio
Capaz
De calar-te
Encher-te a boca
Até te deixar
Bem tonta
Capaz até
De sentir
O teu coraçao
A bater
Na minha ponta
Estou capaz
De te matar
Tirar-te a vida
Por gozo
E por afogamento
Capaz
De te ressuscitar
Por mais gritos
E gemidos
De puro contentamento
Sou rapaz
De cortar
De cortar
A minha cabeça
E sangrar
E sangrar
Sobre ti esta trama
Sou capaz
De escrever
Por todo o teu corpo
As lacunas
Deste meu Melodrama!
Sou capaz
De escrever
Por todo o teu corpo
As lacunas
Deste meu Melodrama!
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Hermafrodita
É sobrenatural
O modo
Como os nossos corpos
Se atraem
E tão bem encaixam
Do fenomenal
Ao divino
Movem-se sem tabus
E fazem tudo
O que querem e acham
E assim trocam
As voltas
Ao amor convencional
E mudam
As regras do jogo
Porque sabem
Que juntos
Fazem um corpo só
A prova
De bala e de fogo
Um Ser á prova
De tudo
E mais alguma coisa
Só porque
A evidência assim dita
Há uma força
Superior
Há algo do outro mundo
Uma espécie
De paixão hermafrodita!
O modo
Como os nossos corpos
Se atraem
E tão bem encaixam
Do fenomenal
Ao divino
Movem-se sem tabus
E fazem tudo
O que querem e acham
E assim trocam
As voltas
Ao amor convencional
E mudam
As regras do jogo
Porque sabem
Que juntos
Fazem um corpo só
A prova
De bala e de fogo
Um Ser á prova
De tudo
E mais alguma coisa
Só porque
A evidência assim dita
Há uma força
Superior
Há algo do outro mundo
Uma espécie
De paixão hermafrodita!
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
A Ladra
O que eu quero mais
É que o mundo saiba
Que tu és uma ladra
Quero que saibam
Que roubaste-me os versos
E ficaste tu a minha quadra
Que roubaste o vazio
Dos dias e das noites
Em que fingi viver
Tu roubaste a couraça
Que revestia o meu peito
E fiquei sem nada a temer
Que roubaste-me o corpo
A mente, as taras e o sémen
Só porque tanto te apraz
Tu roubaste a guerra
Que eu trazia em mim
E deste-te ao sabor da paz
E assim roubaste-me
E continuas a roubar-me
E não te vejo a parares
Mas se é para roubar
Então rouba-me tudo e todo
Há muito para saqueares
A Ocasião fez-nos ladrões
E ladrão que rouba ladrão
Tem 100 anos de perdão
Mas seria imperdoável
Não os trocar por 20 ou 30
Presos numa plena comunhão!
É que o mundo saiba
Que tu és uma ladra
Quero que saibam
Que roubaste-me os versos
E ficaste tu a minha quadra
Que roubaste o vazio
Dos dias e das noites
Em que fingi viver
Tu roubaste a couraça
Que revestia o meu peito
E fiquei sem nada a temer
Que roubaste-me o corpo
A mente, as taras e o sémen
Só porque tanto te apraz
Tu roubaste a guerra
Que eu trazia em mim
E deste-te ao sabor da paz
E assim roubaste-me
E continuas a roubar-me
E não te vejo a parares
Mas se é para roubar
Então rouba-me tudo e todo
Há muito para saqueares
A Ocasião fez-nos ladrões
E ladrão que rouba ladrão
Tem 100 anos de perdão
Mas seria imperdoável
Não os trocar por 20 ou 30
Presos numa plena comunhão!
In loco
Então num ápice
Levanto-te no ar
E sento-te aberta
No balcão da cozinha
Olhos nos olhos
Tamanha é a sede
Louca é a fome
Que rasgo-te a calcinha
-“Foda-se, foda-se
Que tesão tu me dás!
Tu não vales nada cabrão
Levanto-te no ar
E sento-te aberta
No balcão da cozinha
Olhos nos olhos
Tamanha é a sede
Louca é a fome
Que rasgo-te a calcinha
-“Foda-se, foda-se
Que tesão tu me dás!
Tu não vales nada cabrão
E amor da minha vida!”
-“Minha bela puta vadia
Quero-te é a gozar
-“Minha bela puta vadia
Quero-te é a gozar
A ganir e a gemer
Como uma cadela perdida!”
-“Vais-me foder toda vais?”
Vais-me dar esse caralho
Esse pau que tanto gosto?
Vais? Vais-me dar e amar?”
-“Ai pois vou amor!”
Vou enterrar-to todo!
Enorme, rijo e grosso
Mas quero-te a suplicar!”
E mergulho a boca
Na tua cona já diluída
No teu grelo suculento
Minha língua faz magia
Como uma cadela perdida!”
-“Vais-me foder toda vais?”
Vais-me dar esse caralho
Esse pau que tanto gosto?
Vais? Vais-me dar e amar?”
-“Ai pois vou amor!”
Vou enterrar-to todo!
Enorme, rijo e grosso
Mas quero-te a suplicar!”
E mergulho a boca
Na tua cona já diluída
No teu grelo suculento
Minha língua faz magia
Lambo-te os lábios
De canto a canto
Enfio-te dois dedos
E peço-te a hemorragia!
-“Dá-me mais, vá dá-me!
Dá-me o teu mel á boca !
Meu amor, minha grande puta
Inunda a minha garganta!”
-”Ahhh que eu não paro!
Como é possivel eu vir-me tanto?
És mesmo filho da puta
Contigo a tesão é sempre tanta!”
-“Tanta, tanta, que vais levar!
Toma uma chapada nessa cara
Toma outra e outra mais
Minha escrava de tesão macabra!”
-“Bate-me, bate-me cabrão
Bate-me e cospe-me na cara!
Quero ser a tua puta para sempre
Amar-te e foder-te como uma cabra!”
Agarro-te pelos tornozelos
De canto a canto
Enfio-te dois dedos
E peço-te a hemorragia!
-“Dá-me mais, vá dá-me!
Dá-me o teu mel á boca !
Meu amor, minha grande puta
Inunda a minha garganta!”
-”Ahhh que eu não paro!
Como é possivel eu vir-me tanto?
És mesmo filho da puta
Contigo a tesão é sempre tanta!”
-“Tanta, tanta, que vais levar!
Toma uma chapada nessa cara
Toma outra e outra mais
Minha escrava de tesão macabra!”
-“Bate-me, bate-me cabrão
Bate-me e cospe-me na cara!
Quero ser a tua puta para sempre
Amar-te e foder-te como uma cabra!”
Agarro-te pelos tornozelos
E no ar as tuas pernas em V
Arqueio os sobrolhos
E tu já sabes o que aí vem
O céu num fogo infernal
Um deus e um animal
A besta em investidas
Numa paixão vinda do além
“Caralho, adoro que me fodas
Seu bruto, selvagem e louco
Fode a tua grande puta fode
Nunca ninguem me fodeu assim!”
“Abre mas é essa cona toda
Toma o meu mastro com vigor!
Vou-te foder até a tua alma saber
Que teu amor não é nada sem mim!”
“Ahh, vou-me vir no teu caralho
Puta de tesão, toma amor toma tudo!
E tu sabes onde eu quero que me dês?
Sabes onde eu adoro o teu leite morno?”
“Não sei eu outra coisa cadela
Agacha-te já e abre os olhos e boca!
Ahh, que esporro-te a língua e o rosto
E sente o sabor dum Amor com retorno!”
Arqueio os sobrolhos
E tu já sabes o que aí vem
O céu num fogo infernal
Um deus e um animal
A besta em investidas
Numa paixão vinda do além
“Caralho, adoro que me fodas
Seu bruto, selvagem e louco
Fode a tua grande puta fode
Nunca ninguem me fodeu assim!”
“Abre mas é essa cona toda
Toma o meu mastro com vigor!
Vou-te foder até a tua alma saber
Que teu amor não é nada sem mim!”
“Ahh, vou-me vir no teu caralho
Puta de tesão, toma amor toma tudo!
E tu sabes onde eu quero que me dês?
Sabes onde eu adoro o teu leite morno?”
“Não sei eu outra coisa cadela
Agacha-te já e abre os olhos e boca!
Ahh, que esporro-te a língua e o rosto
E sente o sabor dum Amor com retorno!”
Subscrever:
Comentários (Atom)


.jpg)





