Delírios de Cacau
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Saciar
Isso
Olha para mim
E vê o meu gozo
Estampado no rosto
Recebe
O Ceptro majestoso
E sacia a tesão
Que reina a teu gosto!
domingo, 27 de abril de 2014
Letal
O que me mata?
Algo simples
O que me mata
É esse espaço concavo
Que une o teu pescoço
Ao teu ombro magistral
Esse espaço
Tão letal
Onde os meus lábios
Morrem à beira-mar
Caídos na tua pele
Por um gosto do teu sal !
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Craving
I crave
To bend your body
So holly
Rip off your clothes
And your wings
Very slowly
And be the thorn
That rips your flesh
My treasure
Making you sweat
And swear
Words of pleasure
Cause in the end
We´re going to find
The meaning
Why we´re going
Back again
To this beginning!
terça-feira, 22 de abril de 2014
PormenorizadaMente
E mesmo sabendo
Quais os pormenores
Mais ínfimos
Que te fazem diferente
Eu opto
Pela ignorância
Para continuar
A ter-te á minha frente!
segunda-feira, 21 de abril de 2014
Discernimento
Os meus olhos lêem
Escutam a tua boca
E eu consigo discernir
Todo este encantamento
São os meus lábios
Suplicantes pelos teus
Numa profunda e doce
Falta de discernimento!
sábado, 19 de abril de 2014
To God
Dear God,
If at your eyes
My desire for her
It´s a sin!
I´ll be so glad
To sofer your wrath
From whitin!
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Seduções
Seduz-me
Quando o sol
Quebra a privacidade
Do teu vestido
E me mostra
A tua verdade nua
Sob a sombra
De um leve tecido!
A culpa
A culpa
Não morre
Solteira
Confesso
Que empunhei
A mangueira
Na vontade
De regar
O jardim
Desse teu corpo
Em flor
Num frenesim
E molho
Os dedos
E o chão
Desenho-te
Neste poema
A carvão
Prendo-me
Em teu nome
Num gemido
E solto-me
Num verso
Tão extroVertido!
quinta-feira, 17 de abril de 2014
The question
If one day
You ask me
What I want
From you?
I´ll say that
I want you
To want me
As I want you!
terça-feira, 15 de abril de 2014
O sorriso de Mona Lisa
Encontro-te
E perco-me
No teu tempo
E no teu espaço
Divago
Pelas curvas
Do teu corpo
Passo a passo
Mergulho
Nos teus olhos
Onde desagua
O meu rio
E corro
Pelo teu peito
Nas margens
De um calafrio
Atravesso
O teu ventre
Outrora deserto
E adormecido
Que estremece
Por se descobrir
Tão vivo
E agradecido
Mas sou eu
Quem dá graças
E há um espasmo
Que te avisa
No céu aberto
Entre tuas coxas
Eu pinto-te
O sorriso de Mona Lisa!
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