Nego-te
A cama
E sua rotina
Já sem
Surpresa
Roubo-te
O colchão
Da banalidade
E levo-te
Para a mesa
Dobro-te
E abro-te
Pela ré
Das coxas
Bambas
Cobiço
Essas duas
Fendas
E cuspo
Em ambas
Atiro
Meto
E tiro
O pau
Na Gata
Retiro
O que não
Te disse
A curiosidade
Não mata
E mergulho
Lentamente
Ao fundo
Do teu rabo
Empinado
Ponho
E disponho
Ao sabor
Do teu corpo
Agitado
E gemes
Tão cheia
A cama
E sua rotina
Já sem
Surpresa
Roubo-te
O colchão
Da banalidade
E levo-te
Para a mesa
Dobro-te
E abro-te
Pela ré
Das coxas
Bambas
Cobiço
Essas duas
Fendas
E cuspo
Em ambas
Atiro
Meto
E tiro
O pau
Na Gata
Retiro
O que não
Te disse
A curiosidade
Não mata
E mergulho
Lentamente
Ao fundo
Do teu rabo
Empinado
Ponho
E disponho
Ao sabor
Do teu corpo
Agitado
E gemes
Tão cheia
Do Sustento
Que rebenta
A Represa
Reviras-te
A Represa
Reviras-te
E nos olhos
Pedes-me:
“Dá-me á boca
A Sobremesa!”
“Dá-me á boca
A Sobremesa!”

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