quarta-feira, 15 de maio de 2013

Diálogos da lascívia




“Dá-me na boca”
Repete ela
Gemendo rouca
Pelo caralho
Que a deixa louca

“Toma minha cabra”
Respondo eu
Batendo-lhe na cara
Com a verga rija
Que pinga e não pára

“Abre essa boca
E começa a mamar”
“Chupa-me o pau,
Lambe-me a cabecinha
Ou levas tau-tau”

“Humm, tão bom
Quero esse caralho todo”
“Fode-me a boca seu imundo
Meu grande cabrão
Dá-me mais, dá-me fundo ”

E ela suga
Tudo o que lhe dou
Acariciando-me os colhões
Na palma da sua mão
Cheios como balões

“Jorra o teu mel
Lambuza os meu lábios”
“Quero essa calda ardente
Esfrega-o na minha língua”
Até que nela ele rebente”

“Cala-te, que vou-te dar
Não pares agora
Tou quase a jorrar”
“Olha bem para meu caralho
Foda-se que vou-te esporrar”

“Isso, dá-me todo
Na boca, no rosto”
“Enche-me a boca de leite
Que transborde os meus lábios
E no meu queixo em deleite”

“Toma minha puta
Minha cadela vadia”
“Humm, gosto do que vejo
Agora chega mas é aqui
E dá-me o meu sabor num beijo”

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