Dou-te um beijo
Uma trela
E o chão espelhado
Dou-te a ordem
E de quatro
Ficas ao meu lado
Dou-te o osso
Bem duro
Na queda do pano
E a tua boca rói
Lambe-o, chupa-o
Até ao tutano
Atiro o pau
No teu rosto
E nas tetas pedantes
Bato e rebato
Teu prazer nunca mais
Será como dantes
Assumes a posição
Uma trela
E o chão espelhado
Dou-te a ordem
E de quatro
Ficas ao meu lado
Dou-te o osso
Bem duro
Na queda do pano
E a tua boca rói
Lambe-o, chupa-o
Até ao tutano
Atiro o pau
No teu rosto
E nas tetas pedantes
Bato e rebato
Teu prazer nunca mais
Será como dantes
Assumes a posição
Palmas e joelhos
Prostados no soalho
E de rabo empinado
Pedes que te dê
Este meu caralho
E enterro-to todo
Forte e fundo
Como tu gostas
Fodo-te a cona
Como uma cadela
Assim disposta
Por uma dose
De vários insultos
Entre umas cuspidelas
E predisposta a levar
Uns bons açoites
E umas mijadelas
E saltam gemidos
E ganidos
Na puta da loucura
Envergada
Dás-me o mel
Na minha verga dura
Rodas o corpo
E a cabeça
E começas a mamar
Fodo-te a boca
Que me diz:
“Onde me vais dar?”
A resposta está
Na ponta da língua
Mas é a tua a visada
Esporro-te a boca
E dou-te o leite
Que bebes duma enfiada
E ainda não satisfeita
Abres a racha
Para uma nova sensação
E eu logo mijo-te
A cona e o grelo
E gritas cheia de tesão
“Tu não prestas
Meu grande cabrão
Filho da puta insolente!”
“ Eu sei, minha puta vadia
Tal como tu sabes
Que não és muito diferente!”
E de rabo empinado
Pedes que te dê
Este meu caralho
E enterro-to todo
Forte e fundo
Como tu gostas
Fodo-te a cona
Como uma cadela
Assim disposta
Por uma dose
De vários insultos
Entre umas cuspidelas
E predisposta a levar
Uns bons açoites
E umas mijadelas
E saltam gemidos
E ganidos
Na puta da loucura
Envergada
Dás-me o mel
Na minha verga dura
Rodas o corpo
E a cabeça
E começas a mamar
Fodo-te a boca
Que me diz:
“Onde me vais dar?”
A resposta está
Na ponta da língua
Mas é a tua a visada
Esporro-te a boca
E dou-te o leite
Que bebes duma enfiada
E ainda não satisfeita
Abres a racha
Para uma nova sensação
E eu logo mijo-te
A cona e o grelo
E gritas cheia de tesão
“Tu não prestas
Meu grande cabrão
Filho da puta insolente!”
“ Eu sei, minha puta vadia
Tal como tu sabes
Que não és muito diferente!”

Fooood@-se!... C@brão do Car@lho!!
ResponderEliminarTento nessa língua deslavada...haja alguma (in)decência não? ;)
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