quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Na crença


Eu creio
E tu crês
Que sempre
Que me vês

Teus olhos
Bem abertos
Abandonam
Os desertos

E dançam
Pelas chuvas
Que benzem
As tuas curvas

Tu crês
E eu creio
É a crença
Sem um freio

È dar a voz
À vontade
De devorar
A tua intimidade

E podes crer
Que é prazer
Quando me pedes
Para te foder!

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