segunda-feira, 28 de julho de 2014

Párapeito


O Pecado
Não mora ao meu lado
Ele reside
No teu peito desnudado

Onde a fé
Ganhou o seu espaço
Na forma
Dos meus lábios em abraço

E beijo
Chupo os cumes hirtos
Lambo
Os topos empedernidos

Brinco
Sugo e logo mordisco
Nos teus mamilos
Eu perco-me e arrisco

Na escolha
Da via da perdição
Porque no teu peito
Reside a minha salvação!

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