Há um vulcão
Que explode
Que entra
Em erupção
De lava ardente
Contida
Expelida
E em corrente
É o demente
Inferno
Convertido
Em céu no crente
Que da boca
Do Deus Vulcano
A calda
Nunca será rouca
Tão pouco será pouca
Escorrendo
Montanha abaixo
Deslizando como louca
Sobre esse sopé
Que ampara
O Sangue Pagão
Em gestos de pura fé!
Num altar de (nossa) perdição...
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